Maçonaria
Maçonaria refere-se a organizações fraternais que têm as suas origens nas guildas medievais de canteiros que, a partir do final do século XIII, regulamentavam a qualificação da profissão e a sua interação com autoridades e clientes. Devido a equívocos sobre a tradição da maçonaria de não discutir seus rituais com não membros, a fraternidade tornou-se associada a muitas teorias da conspiração.
A maçonaria moderna consiste em dois grupos principais de reconhecimento. A maçonaria regular insiste em que um volume de um livro sagrado seja aberto em uma loja de trabalho, que todos os membros professem crer em um Ser Supremo, que nenhuma mulher seja admitida[1] e que a discussão sobre religião e política seja proibida.[2] A maçonaria continental é o termo geral usado para as jurisdições que removeram parte ou todas essas restrições.[3][4]
A unidade organizacional básica local da maçonaria é a loja, que geralmente é supervisionada em nível regional (estado, província ou fronteira nacional) por uma obediência ou potência maçônica. Não existe uma Grande Loja internacional que supervisiona toda a maçonaria; cada obediência é independente e não se reconhece necessariamente como legítima.
Os graus maçônicos mantêm os três níveis das guildas de artesãos medievais: os de “aprendiz”, “companheiro” e “mestre”. Ao candidato desses três graus são progressivamente ensinados os significados dos símbolos da maçonaria e confiados cumprimentos, sinais e palavras para indicar sua posição a outros membros. Os graus são parte da moral alegórica da organização, cujos membros são conhecidos como maçons. Existem graus adicionais, que variam de acordo com a localidade e jurisdição, e geralmente são administrados por seus próprios órgãos (separados daqueles que administram os graus de ofício).[5][6][7][8]
História
Desde meados do século XIX, os historiadores maçônicos buscam as origens do movimento em uma série de documentos semelhantes conhecidos como Manuscritos Maçônicos, que datam desde cerca de 1425[9] até o início do século XVIII. Aludindo ao pertencimento a uma loja de pedreiros operativos, eles a relacionam a uma história mitologizada, aos deveres de suas notas e à maneira pela qual os juramentos de fidelidade devem ser tomados ao ingressar.[10] É do século XV também a primeira evidência de rito cerimonial.[11]
Não há um mecanismo claro pelo qual essas organizações profissionais se tornaram as lojas maçônicas de hoje. Os primeiros rituais e senhas conhecidos, que provém de lojas operacionais da virada do século XVII a XVIII, mostram que houve a continuidade dos rituais desenvolvidos no final do século XVIII por maçons aceitos ou “especulativos”, como aqueles membros que não praticavam o ofício físico passaram a ser gradualmente conhecidos.[12] As atas da loja de Edimburgo (Capela de Maria) nº 1, na Escócia, mostram a passagem de uma loja operativa em 1598 para uma loja especulativa moderna.[13] Ela tem a reputação de ser a loja maçônica mais antiga do mundo.[14]
Alternativamente, Thomas De Quincey, em seu trabalho intitulado Rosicrucians and Freemasonry, propôs a teoria que sugeria que a maçonaria era possivelmente uma consequência do rosacrucianismo. A teoria também foi postulada em 1803 pelo professor alemão J. G. Buhle.[15][16]
A primeira Grande Loja, a “Grande Loja de Londres e Westminster” (mais tarde denominada “Grande Loja da Inglaterra”), foi fundada no dia de São João, 24 de junho de 1717,[17] quando quatro lojas de Londres se reuniram para um jantar conjunto. Muitas lojas inglesas aderiram ao novo órgão regulador, que entrou em um período de autopublicidade e expansão. No entanto, muitas lojas não quiseram endossar as mudanças feitas no ritual pelos chamados “modernos”, e algumas delas formaram uma Grande Loja rival, em 17 de julho de 1751, que eles chamaram de “Grande Loja Antiga da Inglaterra”. Essas duas Grandes Lojas disputaram a supremacia até que os modernos prometeram voltar ao ritual antigo. Eles se uniram em 27 de dezembro de 1813 para formar a Grande Loja Unida da Inglaterra (UGLE).[18][19]
A Grande Loja da Irlanda e a Grande Loja da Escócia foram formadas em 1725 e 1736, respectivamente, embora nenhuma das duas tenha convencido todas as lojas existentes em seus países a se unirem por muitos anos.[20][21]
Sociedade
A maçonaria teve influência decisiva em grandes acontecimentos mundiais, tais como a Revolução Francesa e a Independência dos Estados Unidos. Tem sido relevante, desde a Revolução Francesa, a participação da maçonaria em levantes, sedições, revoluções e guerras separatistas em muitos países da Europa e da América. No Brasil, deixou suas marcas, especialmente na independência do Brasil do jugo da metrópole portuguesa e, entre outras, a inconfidência mineira e na denominada “Revolução Farroupilha”, no extremo sul do país, tendo legado os símbolos maçônicos na bandeira do Rio Grande do Sul, estado da Federação brasileira. Vários outros Estados da Federação possuem símbolos maçônicos nas suas bandeiras, como Minas Gerais, por exemplo.
A divulgação dos direitos do homem e da ideia de um governo republicano inspirou a maçonaria no Brasil, em particular depois da Revolução Francesa, quando os cidadãos derrubam a monarquia absolutista secular. As ideias que fermentaram o movimento (século XVIII) havia levedado o espírito dos colonos americanos, que emigraram para a América em busca de liberdade religiosa e política.
A maçonaria é caracteristicamente universalista por ser uma sociedade que aceita a afiliação de todos os cidadãos que se enquadrarem na qualificação “livres e de bons costumes”, qualquer que seja a sua raça, a sua nacionalidade, o seu credo, a sua tendência política ou filosófica, desde que não neguem ao homem o direito à liberdade individual da autodeterminação.[22][23]
Potências e lojas são autônomas somente em sentido administrativo, grão–mestres e mestres das Lojas não podem jamais se pronunciar em nome da Maçonaria Universal. No entanto, se autorizados por suas assembleias, podem se pronunciar oficialmente sobre desenvolvimento dos seus trabalhos, na escolha da forma e do direcionamento de suas atividades sociais e culturais.[22]
Iluminismo
O Iluminismo é um conceito que sintetiza diversas tradições filosóficas, sociais, políticas, correntes intelectuais e atitudes religiosas. Pode-se falar mesmo em diversos micro-iluminismos, diferenciando especificidades temporais, regionais e de matiz religioso, como nos casos de Iluminismo tardio, Iluminismo escocês e Iluminismo católico.[24] O Iluminismo é, para sintetizar, uma atitude geral de pensamento e de ação.[24] Os iluministas admitiam que os seres humanos estão em condição de tornar este mundo um mundo melhor — mediante introspecção, livre exercício das capacidades humanas e do engajamento político-social.[25]
Devido a formação intelectual e a autonomia que cada loja tem para pronunciar-se e decidir em assembleia conforme a deliberação de seus associadas, não podemos falar em influência da Maçonaria Universal sobre determinado aspecto, mas sim de uma ou grupos de lojas. Como aconteceu no Brasil quando havia lojas ou grupos de Lojas a favor da República e outras lojas ou grupos de Lojas a favor de reinos constitucionais durante o Segundo Império. Essas posições, aparentemente divergentes atendem às aspirações da liberdade maçônica porque ambos os mencionados sistemas políticos limitam os poderes de seus governantes máximos, o presidente ou o rei.[23]
Iluministas se filiaram às Lojas Maçônicas[23] como um lugar seguro e intelectualmente livre e neutro, apropriado para a discussão de suas ideias, principalmente no século XVIII quando os ideais libertários ainda sofriam sérias restrições por parte dos governos absolutistas na Europa continental e por isso certamente a Maçonaria teria contribuído para a difusão do Iluminismo e que este por sua vez também possa ter contribuído para a difusão das lojas maçônicas.[23]
O lema, ou o símbolo, “Liberdade, Igualdade, Fraternidade” se constitui de um grupo de palavras que supostamente exprime as aspirações teóricas do povo maçônico[26] e que, se atingidas, levariam a um alto grau de aperfeiçoamento de toda a Maçonaria,[26] o que é evidentemente utópico, como a nosso ver o são todos os lemas.[26] A trilogia seria de origem revolucionaria e que se introduziu na cultura maçônica através do Imperador Napoleão a partir do início do período napoleônico.[26]
Estrutura e características
A maçonaria exige, de seus membros, o respeito às leis do país em que cada maçom vive e trabalha.[27] Os princípios maçônicos não podem entrar em conflito com os deveres que, como cidadãos, têm os maçons. Na realidade, estes princípios tendem a reforçar o cumprimento de suas responsabilidades públicas e privadas.[27]
Induz seus membros a uma profunda e sincera reforma de si mesmos, ao contrário de ideologias que pretendem transformar a sociedade, com uma sincera esperança de que o progresso individual contribuirá, necessariamente, para a posterior melhora e progresso da Humanidade.[27][28] E é por isso que os maçons jamais participarão de conspirações contra o poder legítimo, escolhido pelos povos.[28]
Para um maçom, as suas obrigações como cidadão e pai de uma família devem, necessariamente, prevalecer sobre qualquer outra obrigação e, portanto, não dará nenhuma proteção a quem agir desonestamente ou contra os princípios morais e legais da sociedade.[27][28]
Em função disso, os objetivos perseguidos pela maçonaria são:
- Ajudar os homens a reforçarem o seu caráter;[27][28]
- Melhorar sua bagagem moral e espiritual;[27][28] e
- Aumentar seus horizontes culturais.[27][28]
A maçonaria universal utiliza o sistema de graus para transmitir os seus ensinamentos, cujo acesso é obtido por meio de uma iniciação a cada grau. Os ensinamentos são transmitidos através de representações e símbolos.[29]
Obediências
A Maçonaria Simbólica divide-se em Obediências Maçônicas designadas de Grande Loja, Grande Oriente ou Ordem, que são unidades administrativas diferentes, que agrupam diversas Lojas, mas que propagam os mesmos ideais.[30] Além da Maçonaria Simbólica, e conforme o Rito praticado (sistema de práticas e normas que englobam os Rituais adotados nas Lojas Simbólicas e acrescentam ainda graus para estudos filosóficos), existem os Altos Graus,[29] que se subordinam a outras entidades, assim são por exemplo, os Altos Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito estão sob a égide tutelar de um Supremo Conselho, geralmente um por país, sendo comum que os Supremos Conselhos mantenham relações de reconhecimento entre si, bem como celebrem tratados com os corpos da Maçonaria Simbólica, mas limitando-se apenas a administrar os seus ditos graus “superiores”, que no caso do R.E.A.A. compreende os graus 4º ao 33º, sendo que o conteúdo de muitos destes graus não possuem qualquer ligação direta com a Lenda tradicional que fundamenta a Maçonaria Universal no mundo (ver Landmarks de Albert Mackey).[29]
Mulheres
O tema da relação entre mulheres e Maçonaria é complexo e sem uma explicação fácil. Tradicionalmente, só os homens podem ser maçons no âmbito da Maçonaria Regular.[1] Há evidências, embora o fenômeno fosse raro, que algumas mulheres tomassem o controle de acesso em várias corporações, antes do surgimento da Maçonaria especulativa. Alguns dos estatutos de idade (idade de referência) mostram, por exemplo, o comércio do livro de Paris (1268), os estatutos da Guilda dos Carpinteiros em Norwich (1375), ou os estatutos das Lojas de York (1693).[32] Na França, o cavaleiro de Ramsay, em seu famoso discurso maçônico de 1736,[33] contém a mesma proibição, mas é menos uma questão de princípio do que a defesa da “pureza de nossos costumes”:
A Maçonaria mista que admite homens e mulheres nasceu em 4 de abril de 1893 quando Maria Deraismes, com a ajuda de Georges Martim, cria em Paris a primeira loja maçónica mista.[34] A partir desta loja inicial, em 1901 é criada a Ordem Maçónica Mista Internacional “Le Droit Humain” — O Direito Humano.[35]
Ritos
A maçonaria é composta por Graus Simbólicos e Filosóficos, variando o seu nome e o âmbito de Rito para Rito.[29] A maçonaria simbólica compreende o seguintes três graus[29] obrigatórios, previstos nos landmarks da Ordem: Aprendiz; Companheiro e Mestre. O trabalho realizado nos graus ditos “superiores” ou filosóficos é optativo e de caráter complementar.[29]
Os ritos, compostos por procedimentos ritualísticos, são métodos utilizados para transmitir os ensinamentos e organizar as cerimônias maçônicas.[29] Cada rito tem suas características particulares, assemelhando-se ou divergindo do outro em aspectos gerais, em detalhes, mas convergindo em pelo menos um ponto comum: a regularidade maçônica, isto é, o reconhecimento internacional amparado pela Constituição de Anderson[36]
No mundo, já existiram mais de duzentos ritos, e pouco mais de cinquenta são praticados atualmente.[37] Os mais utilizados são o Rito de York, o Rito de Emulação, o Rito Escocês Antigo e Aceito, Adonhitamita e o Rito Moderno (também chamado de Rito Francês ou Moderno na Europa). Juntos, estes três ritos detêm como seus praticantes mais de 99% dos maçons especulativos.[37]
Lojas e templos
Na maior parte do mundo, os maçons juntam-se, formando lojas maçônicas (português brasileiro) ou maçónicas (português europeu) de modo a trabalhar nos graus simbólicos da maçonaria. As Lojas não são os edifícios onde se reúnem, mas a própria organização; podem também ser cedidas pelos maçons a ordens patrocinadas pela maçonaria, como a Ordem DeMolay e a Ordem dos Escudeiros da Távola Redonda. As diversas maçonarias nacionais estão divididas por “oficinas” que podem ser constituídas por lojas (com mais de seis “maçons perfeitos”) ou triângulos maçônicos (pelo menos até seis maçons) ou ainda, no Rito Escocês Antigo e Aceito, com no mínimo sete maçons, dos quais três mestres maçons.
Um Templo Maçónico é um lugar onde se reúnem os Franco-Maçons, a fim de celebrar os seus rituais, que eles chamam de “comportamentos”. A sua concepção, disposição e decoração, obedecem a regras simbólicas precisas, que podem variar mais ou menos de acordo com os ritos e graus maçônicos. Muitas vezes, é bastante extensa a referência feita ao Templo de Salomão, como descreve o primeiro livro dos Reis, na Bíblia (Capítulos 5, 6 e 7) e o II Crônicas — (no Livro de Crónicas) (Capítulos 3 e 4).[38]
A decoração do templo também é codificada. Uma parte é fixa, mas alguns elementos mudam, dependendo de quem ocupa o lugar, o seu ritual e seu grau maçônico. Há uma corda a nós, o ramalhete serrilhado, ao redor do templo, abaixo do limite das longas paredes do lado leste, norte e sul. Ela simboliza a união da cadeia.[39]
Pelo leste, e na parede, por detrás da plataforma do Venerável, se encontra representado um triângulo isósceles chamado delta luminoso, um Sol e uma Lua, chamados luminárias. No segundo grau maçônico, situado na parte ocidental, a parede no lado norte da porta, se encontra uma estrela brilhante de cinco estrelas nomeada flamboyante em forma de ramos. Este é um pentagrama. Em níveis mais elevados, cortinas pretas ou vermelhas, e raramente, outras cores mais, podem ser colocadas nas paredes. Ao mudar a partir do posto de companheiro para o mestre, o Templo se torna sala ambiente ou Hekhal, para os maçons do terceiro grau, onde, de acordo com o mito de Hiram Abiff, os mestres receberam o seu salário. Segundo a tradição maçônica, o acesso a este “espaço”, se dá por uma escada em forma de parafuso, por três séries sucessivas, respetivamente 3, 5 e 7 etapas. Na Bíblia, o Hekhal, ocupa uma posição intermediária entre o pórtico e o santo dos santos.[40]
Presença Mundial
Desde a sua criação, a maçonaria viu o paradoxo de ser universal, enquanto existente em maneiras muito diferentes e em diferentes épocas e países. Estima-se que, ao redor do mundo, haja entre 4 e 6 milhões de pessoas ligadas à maçonaria,[42] contra 7 milhões em 1950. Esta redução de efetivos foi principalmente na maçonaria Anglo-Americana, cujo número quase dobrou nos dez anos seguintes à Segunda Guerra Mundial e, em seguida, diminuiu gradualmente mais de 60% nos cinquenta anos seguintes.[43] Na Europa continental, os números diminuíram significativamente após a Ocupação e não tinha conhecido um aumento semelhante nos anos 1950. Eles são atualmente um pouco mais elevados.
Na maioria dos países da América Latina, predomina a maçonaria dogmática. É tão presente na Europa (é a essência da maçonaria europeia) quanto na América Latina. No Canadá, é bastante marginalizada e é quase inexistente nos Estados Unidos, onde as lojas são pouco “liberais” (no estilo europeu), sendo frequentadas, na sua maioria, por residentes e visitantes. Em todo o restante do mundo, no entanto, a tendência é seguir o “mainstream” das Lojas Anglo-Americanas. Em alguns países, porém, os dois movimentos existem lado a lado, ou em um relacionamento amigável de compreensão mútua (especialmente em certas regiões onde a maçonaria de todas as tendências tem sido particularmente perseguida), ou com relações mais tensas.
Brasileira
A primeira loja maçônica brasileira surgiu em Pernambuco no ano de 1796: o Areópago de Itambé, instalado por Manuel Arruda Câmara. Arruda Câmara foi um padre carmelita que deixou a batina para estudar medicina na Universidade de Montpellier na França. Após se especializar em Botânica, ele retornou a Pernambuco, fundando a sociedade filosófica que viria a influenciar, anos mais tarde, a Conspiração dos Suassunas e a Revolução Pernambucana.[44][45]
A maçonaria esteve presente em momentos fundamentais da história do Brasil, como a Independência, a Proclamação da República e a Abolição da Escravatura. Enquanto Ordem Maçônica comprometida com os valores éticos do amor à pátria e o bem comum, esteve presente durante o processo de redemocratização do país, e mesmo recentemente tem lutado juntamente com outras organizações da sociedade civil para a construção de uma classe política brasileira honesta e menos demagógica.[46]
A maçonaria mista aparece no Brasil em 1918 com a criação da primeira loja no Rio de Janeiro denominada Anita Garibaldi da ordem maçónica mista Le Droit Humain.[47]
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Na preparação deste trabalho [Pike] foi igualmente autor e compilador. (p. iii.) … Os ensinamentos dessas Leituras não são sacramentais, na medida em que vão além do reino da Moralidade para aqueles de outros domínios do Pensamento e da Verdade. O Rito Escocês Antigo e Aceito usa a palavra “Dogma” em seu verdadeiro sentido de doutrina, ou ensinamento; e não é dogmático no sentido odioso desse termo. Todos são inteiramente livres para rejeitar e discordar de qualquer coisa aqui que possa parecer-lhe falsa ou infundada (p. iv)
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Ligações Externas
- «O que é a maçonaria e por que ela está rodeada de mistério e polêmica». BBC Brasil. 25 de fevereiro de 2018. Consultado em 27 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2018
- Grande Oriente Lusitano
- Grande Oriente do Brasil
- Ordem Maçônica Mista Internacional Le Droit Humain — Federação Brasileira
- Ordem Maçónica Mista Internacional Le Droit Humain — Federação Portuguesa
Conteúdo retirado da Wikipedia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ma%C3%A7onaria



